Do CLP para a nuvem: como a conectividade está mudando a automação industrial
Um sensor identifica uma variável.
O CLP recebe a informação.
O processo responde.
Mas o dado pode continuar seu caminho.
Em uma arquitetura industrial conectada, informações geradas no chão de fábrica podem ser integradas a outros sistemas e níveis da operação.
Essa é uma das bases da evolução para a Indústria 4.0.
O dado começa no processo
Temperatura, pressão, consumo, estado de equipamentos e outras variáveis fazem parte da rotina de uma planta.
Essas informações são importantes para o funcionamento dos processos, mas também podem ter valor para acompanhamento e gestão.
O primeiro passo é conseguir coletá-las.
O seguinte é integrá-las.
Quando os dados deixam de ficar isolados
Uma automação composta por diferentes equipamentos pode gerar informações em vários pontos.
Sem integração, esses dados permanecem distribuídos.
Com uma arquitetura conectada, existe a possibilidade de fazer essas informações circularem entre diferentes sistemas.
É nesse contexto que conceitos como IoT industrial ganham aplicação prática.
A automação como base da conectividade
A conectividade não começa apenas na nuvem.
Ela começa no próprio chão de fábrica.
Controladores, sistemas de I/O, sensores e redes industriais fazem parte dessa estrutura.
As soluções de automação WAGO podem integrar diferentes elementos do processo e contribuir para uma arquitetura preparada para maior conectividade.
Indústria 4.0 é mais do que tecnologia
Adicionar tecnologia à planta não significa, automaticamente, transformá-la em uma indústria 4.0.
É necessário pensar em como os equipamentos se comunicam, como os dados são integrados e como essas informações podem ser utilizadas.
A conectividade é o elo entre esses pontos.
Quer avaliar como sua automação pode avançar em conectividade e integração de dados?
Fale com a Exactus.


